Desde domingo (15/5) uma intensa massa de ar frio (de origem polar) avança pela Região Sul do Brasil e, no decorrer da semana, deverá influenciar as temperaturas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e sudoeste da região Norte.

O alerta de frio intenso foi emitido pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC), por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD), com base nas informações meteorológicas geradas pela Rede Nacional de Meteorologia (INMET, CPTEC e SIPAM).

Há previsão de declínio acentuado de temperaturas a partir do dia 16 de maio em áreas do sul e sudoeste de Minas Gerais, com chance de geada entre os dias 17/5 até 23/5.

Diante desse alerta, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) reforça a necessidade e importância da organização dos gestores municipais de Assistência Social e da Defesa Civil em âmbito municipal, por meio das Coordenadorias de Proteção e Defesa Civil (Compdec), para resguardar a integridade de toda a população, em especial das populações mais vulneráveis, o que requer a articulação e execução de ações ágeis e estratégicas visando à proteção social.

É importante uma atenção especial às populações que possam estar mais vulnerabilizadas, como pessoas em situação de rua, pessoas idosas, crianças, população em áreas rurais, povos e comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, ribeirinhos, ciganos, entre outros).

A Sedese recomenda que a articulação seja feita entre a Proteção Social e a Defesa Civil, através de algumas ações:

– Identificar e mapear o número de famílias e indivíduos em vulnerabilidade afetados por esta situação, em especial, população em situação de rua; seu perfil e necessidades imediatas;

– Traçar estratégias para comunicação e sensibilização da população mais vulnerável sobre os alertas e iminentes riscos, bem como, sobre as ações emergenciais executadas, assegurando encaminhamento para os serviços disponíveis no município, de forma articulada com a área de Proteção e Defesa Civil;

– Realizar e/ou intensificar a abordagem social nos locais onde se verifica a presença de população em situação de rua, imigrantes e outros públicos desabrigados, visando ofertar orientações, acolhimento e demais ações que atendam às suas demandas nesta situação;

– Articular e organizar a oferta de acolhimento às pessoas (em situação de rua, imigrantes e outros públicos desabrigados) que necessitarem de forma imediata, segura e em condições dignas. Considerar os serviços (públicos e privados) existentes, a partir do levantamento de vagas disponíveis, e meios alternativos para alojamento temporário;

– Identificar a necessidade de provisões materiais, tais como: cobertores, roupas de frio, luvas, dentre outras, principalmente junto a públicos prioritários, a exemplo de crianças, adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, mulheres vítimas de violência, população em situação de rua, priorizando esse público para o recebimento dos produtos advindos de doações;

– Acionar e coordenar a atuação de profissionais e organizações da sociedade civil que possam somar esforços no período de alerta;

– Orientar e mobilizar a comunidade local, estimulando ações de solidariedade mútua.

Acesse o material de apoio nos links abaixo:

  1. Ações iniciais Frente fria e posts perguntas e repostas: https://bit.ly/3BP425g
  2. Link normativas referentes à COVID-19: https://blog.social.mg.gov.br/normativas-covid-19/
  3. Link área de Calamidades Públicas e Emergências Sociais: http://blog.social.mg.gov.br/calamidade-publica-e-emergencia-social/
  4. Link Resolução CNAS 146/2020: https://bit.ly/370T3aL
  5. Link Recomendação N° 17/2022 – Conselho Nacional dos Direitos Humanos: https://bit.ly/39q0Y6f

Em caso de dúvida, fale com o governo de Minas pelo email: assistencia@social.mg.gov.br 


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